Suaveolens

Este blog foi criado por um cearense apaixonado por plantas medicinais e por sua terra natal. O título Suaveolens é uma homenagem a Hyptis suaveolens uma planta medicinal e cheirosa chamada Bamburral no Ceará, e Hortelã do Mato em Brasília. Consultora Técnica: VANESSA DA SILVA MATTOS

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Local: Brasília, Distrito Federal, Brazil

Cearense, nascido em Fortaleza, no Ceará. Criado em Ipueiras, no mesmo estado até os oito anos. Foi universitário de agronomia em Fortaleza e em Recife. Formou-se em Pernambuco, na Universidade Rural. Obteve o título de Mestre em Microbiologia dos Solos pelo Instituto de Micologia da Universidade Federal de Pernambuco. Também obteve o Mestrado e o Doutorado em Fitopatologia pela Universidade de Brasília. Atualmente é pesquisador colaborador da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília.

7.8.13

O TAL DOS DIREITOS (DES) HUMANOS

(*) Lígia Fleury –
Ele rouba, mata, estupra. Se for menor de idade, a liberdade lhe é assegurada. Se for maior, corre o risco de ser condenado e, se o for, jamais cumprirá a pena máxima.

Ele rouba o dinheiro dos impostos, rouba quando superfatura, rouba quando suborna. Mata os sonhos de uma sociedade inteira, rouba os direitos de toda uma população. Estupra as mentes dos cidadãos. Assassina perspectivas de vidas melhores. É maior, é apenas mais um integrante da quadrilha. Se condenado, o máximo que lhe será imputado é o direito de rir do povo e, caso não queira sair de cena, lhe serão dadas todas as possibilidades de continuar fazendo do poder público, o seu picadeiro e, da sociedade, a sua plateia.
Se estiver atrás das grades, todo cuidado é pouco. É necessário preservar sua vida, oferecer-lhe boa alimentação, ambiente saudável e higiênico, atendimento médico. E, óbvio, sua família receberá auxílio financeiro, por direito legal.
Por que os direitos do assaltado, do morto e do estuprado são diferentes?
O que as vítimas fizeram de tão grave para não terem seus Direitos Humanos preservados? Nasceram? Estudaram? Trabalharam?
As imagens que vejo dos vândalos saqueando lojas, bancos e atirando pedras ou bombas são exatamente as mesmas que ilustram a cena de um suborno, de um roubo do patrimônio público, de um bando de corruptos justificando o injustificável da falta de segurança, saúde e educação. Não há diferença alguma!
Depredar lojas? Saquear comércio e bancos? Roubar? Matar? Impedir que a população se eduque? Proibir atendimento à saúde? Facilitar a bandidagem? Tudo isso é crime!!! E quem é penalizado é exatamente o inocente, porque os bandidos e safados estão soltos, protegidos por uma lei descabida.
Então o marginal saqueia, destrói o trabalho honesto dos outros e o máximo que se pode fazer é tentar acuá-lo com bomba de efeito moral? Ora, pelo amor de Deus, onde estão os Poderes desse país? Bandido que comanda bandido produz esse retrato de guerra no qual o país de transformou.
Existe ex-guerrilheiro? A única coisa permanente na vida de uma pessoa é ex. Ex é para sempre. Ex-marido, ex-mulher, ex-funcionário… ex será ex eternamente.
Então é isso. Cada um que tire suas próprias conclusões. Claro que devidamente protegidos pelos Direitos Humanos.
(*) Lígia Fleury é psicopedagoga, palestrante, assessora pedagógica educacional, colunista em jornais de Santa Catarina e autora do blogeducacaolharcomligiafleury.com

NOTA DO BLOG
Texto copiado do site ucho.info/o-tal-dos-direitos-des-humanos

1 Comentários:

Anonymous Sandra Fayad disse...

E você nunca me visitou. Ficou só na promessa até hoje. A chácara foi vendida, a horta urbana está encolhida e o livro "Animais que plantam gente" vendendo pingadinho. Gostei muito da matéria da Lígia Fleury. Ela deu um toque legal ( só para quem sabe interpretar) nesse ex. Ex guerrilheiro pode tudo? Sou contemporânea dos principais administradores do País desde 2002. Enquanto eles estavam "guerriando" por causas que nem se sabia bem o que era, para quem era ou para ia, eu estava estudando, trabalhando e me submetendo a concurso público para ter um futuro promissor. E eu não era alienada. Lia jornais, o Pasquim, participava dos festivais e sabia interpretar as entrelinhas das notícias oficiais e extraoficiais. Estou muito preocupada é com a distorção que estão dando á verdadeira história do Brasil. Mais uma coisa: nunca tive um militar na família. Me poupem! um abraço

7.8.13  

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